Timbu conquistou a vitória com um gaolaço de Martinez, marcado apenas aos 42 minutos do segundo tempo. Alvirrubro pulou para a décima colocação
Foi um jogo duro. O Náutico não teve vida fácil contra o Bahia, assim como aconteceu com o São Paulo, até de forma surpreendente. O Timbu venceu por 1 a 0, com um gol do volante Martinez, marcado somente aos 42 minutos do segundo tempo. Resultado justo, apesar de sofrido. A equipe alvirrubra teve dificuldades para furar a retranca adversária, tanto que o gol só saiu com um chute de fora da área. Com recompensa, vem a boa colocação na tabela, mesmo que momentânea: décimo lugar.
O Náutico entrou em campo bastante desfalcado. Além das ausência já previstas de Ronaldo Alves, Souza e Kieza, por suspensão, o Timbu também não contou com Elicarlos e Patric, que não se recuperaram de lesão. Com isso, o técnico Alexandre Gallo teve que recorrer a dois jogadores estreantes, Dadá e Rogerinho. As mudanças tiveram uma influência direta no modo de atuar da equipe.
Inicialmente, o Alvirrubro sentiu a falta de entrosamento e teve dificuldade de sair para o jogo. O Bahia marcava forte e tentava sair no contra-ataque. Até Souza, principal atacante do time, voltava para buscar a bola e ajudar na marcação. Gabriel ficou aberto do lado direito, tentando aproveitar as subidas do jovem lateral-esquerdo alvirrubro Douglas Santos. Essas eram as duas vias de ataque do Tricolor de Aço.
Com o decorrer do jogo, o Náutico teve um maior domínio, com melhor posse de bola. Algumas chances de gol foram criadas, mas nenhuma grande oportunidade de marcar por nenhum dos dois lados. O Timbu chegou mais perto em dois lances de Rhayner, um deles novamente em uma arrancada espetacular. Na hora de finalizar, porém, ele foi travado.
Na volta para o segundo tempo, o Bahia veio teoricamente um pouco mais ofensivo, com a entrada do meia Lulinha na vaga do lateral-esquerdo Hélder. Na prática, o panorama da partida continuou o mesmo, bastante truncado e com vários erros de passe das duas equipes. Com 15 minutos, o técnico Alexandre Gallo também resolveu mexer no seu time, tirando Rogerinho e Kim para colocar Lúcio e Rico.
O Náutico até aumentou a pressão sobre o Bahia, que esperava para sair nos contra-ataques, mas tinha muita dificuldade para criar jogadas realmente produtivas. Lúcio deu mais ofensividade ao lado esquerdo, mas Rico exagerava no preciosismo nas jogadas, o que não ajudou em nada ao time. Os melhores lances continuavam saindo dos pés de Rhayner, sempre com arrancadas.
O tempo passava, o Náutico não conseguia furar a retranca do Bahia. O Timbu começava a errar e a torcida a perder a paciência. Mas tudo mudou num lance de Martinez. Aos 42, Martinez tinha a posse de bola no campo ofensivo. Desta vez, ele referiu não fazer um passe ou lançamento, como é da sua característica. Mesmo de longe, o volante decidiu arriscar de fora da área. E foi muito feliz. Acertou um belo chute, no ângulo, sem chance para o goleiro Marcelo Lomba.
O Náutico entrou em campo bastante desfalcado. Além das ausência já previstas de Ronaldo Alves, Souza e Kieza, por suspensão, o Timbu também não contou com Elicarlos e Patric, que não se recuperaram de lesão. Com isso, o técnico Alexandre Gallo teve que recorrer a dois jogadores estreantes, Dadá e Rogerinho. As mudanças tiveram uma influência direta no modo de atuar da equipe.
Inicialmente, o Alvirrubro sentiu a falta de entrosamento e teve dificuldade de sair para o jogo. O Bahia marcava forte e tentava sair no contra-ataque. Até Souza, principal atacante do time, voltava para buscar a bola e ajudar na marcação. Gabriel ficou aberto do lado direito, tentando aproveitar as subidas do jovem lateral-esquerdo alvirrubro Douglas Santos. Essas eram as duas vias de ataque do Tricolor de Aço.
Com o decorrer do jogo, o Náutico teve um maior domínio, com melhor posse de bola. Algumas chances de gol foram criadas, mas nenhuma grande oportunidade de marcar por nenhum dos dois lados. O Timbu chegou mais perto em dois lances de Rhayner, um deles novamente em uma arrancada espetacular. Na hora de finalizar, porém, ele foi travado.
Na volta para o segundo tempo, o Bahia veio teoricamente um pouco mais ofensivo, com a entrada do meia Lulinha na vaga do lateral-esquerdo Hélder. Na prática, o panorama da partida continuou o mesmo, bastante truncado e com vários erros de passe das duas equipes. Com 15 minutos, o técnico Alexandre Gallo também resolveu mexer no seu time, tirando Rogerinho e Kim para colocar Lúcio e Rico.
O Náutico até aumentou a pressão sobre o Bahia, que esperava para sair nos contra-ataques, mas tinha muita dificuldade para criar jogadas realmente produtivas. Lúcio deu mais ofensividade ao lado esquerdo, mas Rico exagerava no preciosismo nas jogadas, o que não ajudou em nada ao time. Os melhores lances continuavam saindo dos pés de Rhayner, sempre com arrancadas.
O tempo passava, o Náutico não conseguia furar a retranca do Bahia. O Timbu começava a errar e a torcida a perder a paciência. Mas tudo mudou num lance de Martinez. Aos 42, Martinez tinha a posse de bola no campo ofensivo. Desta vez, ele referiu não fazer um passe ou lançamento, como é da sua característica. Mesmo de longe, o volante decidiu arriscar de fora da área. E foi muito feliz. Acertou um belo chute, no ângulo, sem chance para o goleiro Marcelo Lomba.
Da redação Léo Feitosa