- A Ailanto agiu com ânimo fraudulento e com nítida má fé - diz o Ministério Público na ação.
A empresa diz que o valor pago foi para "atividades distintas" às previstas no contrato. Acrescenta ainda que o contrato foi cumprido.
Já o lado de Teixeira afirma, através da assessoria de imprensa, que ele não responde a qualquer processo e que não há responsabilidade da CBF no jogo, que foi realizado em Brasília.
Equipe : @futeboltotalaki
Da Redação : Isaac Cartaxo